
Artistas da 1ª Fase "A Amazônia é Nossa".
Os artistas listados abaixo fazem parte da 1ª fase da Exposição itinerante do Grupo "Artes e Artistas". São artistas de diversas cidades brasileiras e abrilhantados pela presença de Marie Therese - de Portugal.
A Amazônia é Nossa
01 -
- ÁVILA GALHANO - Pouso Alegre-MG
No meu trabalho,uma ave bem tropical é protagonista de uma paisagem.
A moldura , que faz parte da idéia...é de bambu ...está substituindo a moldura de madeira...pois o bambu é considerado a madeira do século 21
O bambu faz parte de uma arquitetura acima de tudo, conceitual. Esse material, além de aliar beleza e qualidade, está ligado ao conceito de arquitetura ecologicamente correta. O bambu é um material natural e renovável.
Acho que o título do meu trabalho diz bem resumido a intenção que tive ao criá-lo
"AMAZÔNIA ...PARA O NOSSO BICO...DO YOU UNDERSTAND ME????
02 -- BEATRIZ MIGNONE - Macaé-RJ
Trata-se de um rosto metade onça e metade índio, representando o lado humano e o lado animal que "ainda" habita a Floresta Amazônica.
03 -- BRUNO ANJULETO - participou do grupo até o fev/2010
Vivemos no mundo da arte! O prazer de observar os traços e perceber cada pequeno detalhe Ver cores e técnicas diferentes desenvolve e cria idéias em nossa mente. A arte no lugar onde pode ser vista por todos.
Com linhas diferentes semelhante ao estilo urbano do graffiti. A idéia é visar o inicio dos jovens indígenas em rituais de suas tribos.
E que devemos respeitar e cultivar essa tradição.
04 -e
- D. CARLET - Porto Alegre-RS
Obra 1: Neste quadro há três elementos simbólicos centrais a explicá-lo:
Em primeiro lugar o bebê (no centro da tela) é uma representação do devir, da possibilidade da existência do amanhã, do futuro propriamente dito. De outra parte o fogo como uma poderosa força de destruição. Entretanto essa força destrutiva aparece associada à ação humana, isto é, que não existe por si mesma mas sim motivada por um elemento que a ativa. Este elemento aparece sob a forma da sombra de um pequeno homem empunhando uma moto-serra.
Em suma, o quadro é uma representação da bestialidade que a ação humana por vezes pode cometer, ou seja, o homem destruindo a própria possibilidade da existência de um futuro.
Obra 2: Já esta tela é de certa forma mais simples no que se refere aos elementos simbólicos nela expostos. Por um lado há uma espécie de caravela pirata navegando sobre as copas das árvores representando o saque a que a Amazônia vem sendo submetida desde que o elemento humano estranho à vida nativa aqui se faz presente. Por outro lado há um reforço à idéia do saque através de um pequeno boneco pintado no canto superior direito como que "puxando" a mata para si, como a querer transformá-la em sua propriedade privada. Portanto, a tela é uma tentativa de denúncia da subtração da mata e, em conseqüência de todos os aspectos de sua imensa biodiversidade.
05 -e
- DENISE MORAES - Vitória-ES - participou do grupo até fev/2010
Obras 1: O desmatamento provocará um mundo árido. O impacto do aquecimento global afetará a saúde principalmente. Os efeitos da mudança climática já podem ser percebidos.
A dengue, a malária, doenças relacionadas a diarréia. A situação tende a piorar com as mudanças climáticas. Um solo árido, levará a escassez de alimentos, provocados pelo efeito estufa e erosão. A chuva será ácida e matará o verde, o ar será poluído totalmente. As montanhas silenciarão com a extinção dos animais e com a devastação das florestas.
As enchentes, as secas, as ondas de calor prejudicam a saúde.
O problema ambiental tem impacto direto no bem - estar da humanidade.
Já estamos vivenciando o drama.
Usei como suporte o pó - de - serra, o pó de minério, o MDF recortado, justamente para dar ênfase ao tema. O mundo transformado em pó.
Obra 2:
06 -- EDY SILVEIRA- Rio de Janeiro-RJ
Meu trabalho e uma forma de resgatar o verde de nosso país retratando assim a imagem da nossa mais bela e amada bandeira com seus frutos...... valorizando o verde na nossa maior riqueza natural no globo terrestre.......
Tela: Gritando pela mata
07 -- HELOISA MEIRA - Belém-PA
Usei tela de 54X73 cm e com tinta acrílica tentei mostrar uma realidade nossa principalmente no município de Marabá-PA, onde o carvão de origem vegetal alimenta as Usinas Siderúrgicas lá instaladas. Desde a década de 1980, mesmo antes de existirem Usinas Siderúrgicas no sul do Pará, discute-se sobre as diferentes fontes de suprimento de matéria-prima para atender as demandas de carvão vegetal dessas indústrias. Passados tantos anos pouco ou quase nada foi feito pelas Usinas Siderúrgicas para garantir sua auto sustentação de maneira a fornecerem matéria prima para a transformação em carvão vegetal, capazes de manter seus alto-fornos supridos com carvão originário de suas próprias áreas de produção, através de reflorestamentos , criando verdadeiras florestas energéticas. Retratei as carvoarias de maneira um pouco diferente de como se apresentam na realidade, onde elas ficam enfileiradas. Foi como o meu sistema motor, minha intuição me direcionou para fazê-lo, não sei explicar o porquê, não sei se dá para me entenderem. Esta foi a real razão pela qual preferi deixá-la sem título, fazendo com que pessoas reflitam e tirem as conclusões que acharem por bem tirar. Afinal, arte é arte e ela se basta por ela mesma, não necessitando de títulos e muito menos de descrição.
Obra 1: Ao pintar esta obra.... só pensei na grandiosidade da Região. Sua beleza, sua riqueza, sua natureza , seus diversos conflitos...
Sua energia é tão forte... Mas a Amazônia Vermelha também existe na imensidão do verde-azul. Uma rosa vermelha? Um grito de dor?
Uma visão do futuro? Uma lágrima? Uma esperança? Até quando a "Amazônia será nossa"? Até quando ELA resistirá? E nós... o que estamos fazendo por ela ? O que estamos fazendo por nós? Por nossos filhos ? Pela Mãe -Terra? O que estamos fazendo?
Obra 2: Quando comecei a esboçar o mapa da região amazônica descobri que seu formato lembrava a copa de uma grande árvore. Resolvi pintar então, essa grande copa.... mas ainda estava incompleto....eu não conseguia deixar de pensar nos grandes. O que vamos falar dessa Poderosa Região do Brasil e de todo o Planeta aos nossos descendentes? Que nós a destruímos em nome da Ganância , do Poder .... e que no enorme cerrado que se formou , resta a apenas a energia daquilo que um dia existiu... Não . Vamos lutar para que esta "Arvore Amazônica" seja sempre viva! e não apenas o "Espírito de uma Árvore sobre seu tronco".
09 -- JOILDES TEODORO - Vitória-ES
Com a correria do dia - a - dia e levados pela mídia, esquecemos valores de grande importância do meio ambiente. Ressalto a variedade de riqueza da fauna e da flora da floresta amazônica, que está sendo ignorada pelo homem, prejudicando o seu próprio bem - estar. O objetivo é preservar e resgatar a conscientização desses valores.
10 -- KLEBER MARCELLINO - Tremembé-SP
Busquei nesta tela mostrar a floresta com o sol vindo de fundo, invadindo a paisagem, algo tão especial que traz esperança a Amazônia, sendo a busca do povo da terra representada pelo garoto em destaque que pode ser interpretado também (emprestando a visão da colega Denise Moraes) um homem tronco, um ser que faz parte da própria floresta buscando a vida. O bom da arte é que permite várias interpretações. Olhe e pense na sua interpretação... você vai gostar!
11 -- LEILA ULLMANN - Rio de Janeiro-RJ
Eu tive o privilégio de passar todo o mês de dezembro de 2007 na região norte de nosso país. Quando ví o tema da exposição da comunidade, fiquei muito satisfeita, pois lá vivi momentos muitos felizes. Seria fácil retratar a beleza daquela região, mas optei em me prender ao tema "É NOSSA" e numa forma de pequeno protesto, apresentei em um minúsculo espaço de 0,60 x 0,90 cm, os fatos revoltantes que presenciei, afinal, convive todo esse tempo, com pessoas do IBAMA, a quem muito agradeço a hospitalidade e receptividade para maiores esclarecimentos.
Coloquei então a tristeza do índio (neste caso representado pela tribo kayapó-Xikrin), morador original deste habitat, vendo em primeiro plano as queimadas criminosas da floresta, dando lugar a local de pasto p criação de búfalos e gado mais comum o nelore; o abatimento das árvores, para fins lucrativos e ilícitos, os animais em extinção, engaiolados e enjaulados e por fim a própria população que considera a tartaruga uma "delícia" e os ovos um "manjar dos deuses". O Ibama têm se esforçado em educar as populações ribeirinhas para preservar esta espécie, e fica monitorando o período de nascimentos dos bebes, para que consigam entrar no rio, sãs e salvas.
Não poderia deixar de mostrar é claro, a beleza do rio, com suas plantas e os animais marinhos também em extinção.
12 -- LENE DE ALMEIDA - Guia da Laguna-MS
acho q o interessante é o trabalho falar por si... vou tentar..... retratei a mata..... em várias nuances de verde representei o índio, primeiro e verdadeiro dono da terra... as mãos em verde e amarelo vieram segurar tudo isso demonstrando que a Amazônia é nossa. mas com certeza.... tem muito mais representado no trabalho
13 -e
- LI DANT - S. Paulo-SP
Obra 1- Rio de sementes - quis mostrar o rio Amazonas como sendo um grande espelho quebrado, onde vemos suas encruzilhadas e linhas que cortam a mata. E nesse rio uma canoa que passa carregando sementes que representam a esperança de florescer e sobreviver diante de tanta destruição. Mas representa também a fragilidade de tudo, pois a canoa é frágil e corre o risco de afundar, necessitando assim de muitos cuidados para seguir correndo na água. Por fim desejei mostrar que estamos numa corda bamba!
Obra 2 - Rudá significa na língua Tupi - Deus do amor, para o qual as índias cantavam uma oração ao anoitecer
14 -e
- LIONETTI - S. Paulo-SP
Obra 1: (( E só aqui pra gente (em off) ....O som do cântico deles... .....A Amazônia é nossa...tun tun tun...A Amazo........... É claro que na língua deles né (a verdadeira língua Brasileira), afinal eles estão aqui antes dos gringos chegarem! ))
A minha idéia foi pintar uma cena dos indígenas, representando todos nós, brasileiros, tocando e dançando em protesto a destruição da Amazônia!
Na composição: As cores, entre outras, da nossa bandeira, marcadas em suas poucas vestes! Eles representando a todos brasileiros! As aves, nossos animais! E o Céu a terra e o verde das nossas matas!
Obra 2: PESADELO AMAZÔNICO é um protesto, para muitos refletirem!
Infelizmente tem muitos gringos e até brasileiros querendo este fim dos nossos verdadeiros brasileiros, na ganância de tomarem suas terras!
Mas a maioria, acredito, que sintam muito pela vida atual que são obrigados a levar! Os indígenas, foram sempre explorados, escravizados e devastados por alguns brancos! E se algo de concreto e eficaz não ser feito, terão um final triste!
Muitos temem por isso, inclusive os próprios indígenas, filhos da nossa Amazônia! Vamos lutar pela preservação da vida e da natureza!
15 -
- MARIE THEREZE - Portugal
..sempre adorei esta ave.....so k e desconhecida em portugal...aproveitei a expo sobre o amazonias\p a pintar!!!!espero k a expo seja 1 exito pois foi c + amor k a pintei!!!!!
16 -- M. NEPOMUCENO - Patos de Minas-MG - participou do grupo até fev/2010
Este trabalho foi feito na técnica bico de pena com aguada em papel canson, Tamanho 90cm de diâmetro. Meu trabalho O REGRESSO é a ilustração de um povo da Amazônia onde todo dia o marido sai em seu barco para conseguir o sustento de sua família Essa com certeza é uma cena comum na Amazônia. Coloquei tb uma mulher indo de encontro ao barco ancorado no cais Uma mulher indo de encontro com o seu marido que regressa do rio com o sustendo de sua família e tb o alimento Resumindo é isso o meu trabalho
17 -- M.V. PAIVA - Rio de Janeiro-RJ
Em minha obra, procurei abordar o tema sugerido, "A Amazônia é nossa", em três aspectos:
No primeiro, quis mostrar a beleza de seus rios , da sua vegetação de verde fulgurante, sua fauna, tudo protegido por leis ambientais configuradas no Protocolo Verde.
No segundo aspecto, fiz uma tênue referência às lendárias "Índias Guerreiras", amazonas que ali viviam, afugentando os exploradores e que acabaram originando o nome de toda aquela região;
No terceiro aspecto, ressaltei o cenário desolador da floresta ardendo em chamas, causando uma devastação que cresce de ano a ano numa proporção absurda, provocada por vários agentes que trabalham na calada da noite. Nem a legislação atual prevista no Protocolo Verde tem sido, totalmente, eficaz para conter esses absurdos.Minha tela é uma homenagem a memória de Francisco Alves Mendes Filho,
o Chico Mendes, líder seringueiro, sindicalista e ativista ambiental, foi responsável pela mais eficaz militância ecológica já ocorrida no país, tornando-se símbolo mundial da luta pela preservação da Amazônia. Para evitar a devastação da floresta e conservar o modo de vida dos habitantes locais, quer fossem índios, seringueiros, ribeirinhos ou pescadores,
Em 22 de dezembro de 1988, com apenas 44 anos de idade, foi covardemente assassinado, na porta de sua casa.
Antes de partir, ele deixou escrita uma bela mensagem (cuja cópia incorporei a tela) para os jovens do presente e do futuro. Muito obrigada ao porta voz da floresta que deixou seu sonho esculpido nos seringais .
19 -- RODRIGO ANJULETO - S. Paulo-SP
O brilho real de sua cor que encanta quem a contempla, um lindo azul predomina seu corpo E de dourado seu olhar é contornado Voando sob os céus da nossa terra, e entre as árvores seu pigmento é destacado e controlado pelo brilho do sol que reina sobre nossa fauna. Ó arara sua beleza é incontestavelmente a mais rara.
A obra "O AZUL DAS ARARAS" retrata uma rara beleza animal que existe em nosso Brasil.
20 -e
- REGIANE BASSANI - Jaboatão dos Guararapes-PE
Obra 1: - Como pintei lendas, me baseei na história então nada melhor do que conhecer a lenda para entender o quadro:
O Boto
Quem viaja pelo interior de qualquer estado da Amazônia já ouviu falar da lenda de um belo rapaz desconhecido, de roupas brancas, sapatos brancos e o característico chapéu branco que busca encobrir parte do rosto e o buraco que traz no alto da cabeça: é o boto!
Nas festas ou à beira de trapiches, sempre haverá, segundo a crendice popular, um boto a espreitar alguma moça ingênua e, de preferência, virgem ou menstruada. Alguns descrevem até o andar da visagem: dizem que é meio desajeitado e que muitas vezes locomove-se com certa dificuldade pelo pouco hábito em terra firme. Outros já o descrevem como alguém muito alinhado, porém calado demais para os costumes da região. Por isso, logo se desconfia de que é algo sinistro.
No entanto, para as moças novas que porventura estejam a olhar alguma festa de interior, nada de estranho o boto lhe parece. Muito pelo contrário! A paixão é à primeira vista! Quando se dão conta já foram conquistadas.
Contam os caboclos que depois que o Boto consegue o que quer, ou seja, conquistar a moça escolhida, sai na carreira e se joga no primeiro braço de rio ou igarapé. Nessa hora é que todos se dão conta de que não era um rapaz qualquer, mas o boto!
Obra 2: Muitas vezes confundida com a Mãe-d'água, a Iara, Uiara ou Ipupiara é um dos seres mitológicos mais populares da Amazônia. Seu poder de sedução é tão forte sobre os homens quanto o do boto sobre as mulheres. Por isso, às vezes é chamada de boto-fêmea. A Iara é descrita como uma mulher muito bonita e de canto maravilhoso que aparece banhando-se nas águas dos rios, ou sobre as pedras nas enseadas.
Há entre os índios a lenda do Jaguarari, índio forte e guerreiro da tribo Tuxaua que apaixonou-se pela Iara. Na tribo não havia ninguém mais forte e de bom coração do que Jaguarari. Todos o admiravam, tanto os homens, quanto as mulheres. Até que um dia, quando Jaguarari saiu em sua igara para pescar avistou uma bela morena nua a se banhar e cantar na margem do rio, na sombra de um Tarumã. Jaguarari ficou paralisado e de pronto se apaixonou.
21 -- ROSALY GRIPP - Vitória-ES
O meu trabalho pode ser considerado um Protesto ao desmatamento irregular das matas brasileiras. Coloquei um papagaio que pousou sobre uma moto-serra com um olhar triste ao ver seu ninho ao chão despedaçado e seus ovinhos quebrados, quem sabe se o coração de um desses "coronéis do desmatamento" que seja também um pai de família possa ser sacudido com essa mensagem!!!
22 -- ROSE STELMASÇUK - Curitiba-PR - participou do grupo até fev/2010
minha tela...eu tentei traduzir nas cores........ da bandeira..as cores da Pátria... e o jacaré...o habitante natural da amazônica.....
23 --
- SALOMÃO AC - S Paulo-SP
Obra 1: A fera representada no meio da mata significa a retratação da própria selva a principio ela parece ameaçadora, mas na verdade a fera em si pede socorro com seu sofrimento. A mata é uma fera que ruge pedindo socorro, sua vida esta em perigo.
Obra 2: A índia representa a beleza da mata com todo seu mistério, perigo e beleza a principio parece se Insinuar com sua formosura, mas seus olhos estão com pintura de guerra e nas suas mãos se esconde uma poderosa arma indígena prestes a dar um golpe fatal em seu observador .
24 -e
- SANDRA HONOR - S Paulo-SP
Obras 1 e 2: A dimensão territorial do Brasil, suas peculiaridades regionais, econômicas, culturais são imensas. E isso, de certa forma faz com a gente não se conheça de verdade. E a gente não sente como “nosso” aquilo que nem ao menos conhece; o que se dirá amar e respeitar, né?
Como a Nossa a Amazônia (a nossa, a Brasileira) é formada por diversos Estados, imagina só a variedade de fauna, flora, de culturas....
Então, para a Expo “A Amazônia é nossa”, pensei em pintar algo que falasse um pouco dos aspectos culturais da região.
Nada como as lendas e folclores pra gente entender o interno das pessoas, não é mesmo? ( e assim, "se apaixonar" por elas...!)
Como meu trabalho está muito relacionado aos aspectos do feminino e, como sou um pouco “esotérica”..rs, pesquisei um pouco das lendas e me identifiquei muito com duas delas!
Resolvi pintar a Mãe D’água, que é a sereia das águas amazônicas (e que retrata a força e coragem da mulher amazonense - e para mim, reflete a força das brasileiras, todas elas...)) e a Lenda da vitória Régia. Nesta,retratei a índia da lenda como a própria flor, que se abre à noite e permanece aberta até de manhã.
Então, na arte digital, eu a representei durante à noite,no momento em que a flor se abre, e na pintura a óleo a pintei durante a manhã.
25 -- SILVIA GODOY - S. Paulo-SP
O verde... da mata
A tela... do pintor
O problema... do mundo
a imaginação... de cada um...


















